CBYK

Composable AI: por que a arquitetura jurídica será decisiva para destravar o valor real da IA em 2026

23/03/2026 às 11h48

A Inteligência Artificial já faz parte da rotina dos departamentos jurídicos, mas começa a esbarrar em um obstáculo estrutural: a arquitetura tecnológica. Embora 38% das áreas jurídicas já utilizem IA, segundo a LawSites, grande parte dessas iniciativas segue limitada por sistemas antigos, rígidos e monolíticos. Para 2026, a principal virada não será apenas adotar IA, mas migrar para o conceito de Composable Legal, ou jurídico componível.

Segundo Fabricio Visibeli, Partner R&D da CBYK, o entrave não está na tecnologia, mas no modelo que a sustenta. “Enquanto o jurídico operar sobre sistemas tudo em um, a IA seguirá restrita a tarefas rasas e operacionais, sem impacto estratégico real”, afirma.

Na prática, o Composable AI rompe esse limite ao permitir a adoção de soluções de IA hiper-especializadas para diferentes frentes do jurídico, como contratos, contencioso, compliance e governança. Ao evoluírem de forma independente, mas integrada, essas soluções aumentam a precisão analítica, reduzem custos e viabilizam escala sem rupturas operacionais.

Para Visibeli, o futuro da Inteligência Artificial no jurídico passa por essa mudança de arquitetura. “O valor da IA só aparece quando a tecnologia se adapta à complexidade do jurídico, e não o contrário. Sem essa mudança de arquitetura, a IA continuará subutilizada. Com modelos componíveis, ela passa a ser um ativo estratégico do negócio”, conclui.

Por Fabricio Visibeli

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